segunda-feira, 8 de março de 2010

Terceira Avaliação



The Art of the Pub Quiz



Resumo do Texto:

Há algum tempo não se vai aos Pubs somente para beber em boa companhia. Em todos os países anglófonos os clientes participam de competições, onde equipes armadas de papel e caneta se confrontam a respeito dos mais variados temas, da cultura geral ao jogos “True our false” (verdadeiro ou falso).

A arte dos Quizzes se tornou popular na Grã-Bretanha no inicio da década de 90 e de lá pra cá não parou de crescer o número de participantes deste entretenimento.

Palavras Chaves:

Pub Quiz: Questionário do Bar

Britain: Grã-Bretanha

Technology: Tecnologia

Winning Team: Equipa Vencedora

Knowledge: Conhecimento

Enjoyed: Apreciar.

Popularity: Popularidade







quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Segunda Avaliação

1. Versão Original



HANDS CLEAN ( Alanis Morissette)

If it weren't for your maturity
none of this would have happened
If you weren't so wise beyond your years
I would've been able to control myself
If it weren't for my attention
you wouldn't have been successful and
If it weren't for me
you would never have amounted to very much


Ooh this could be messy
But you don't seem to mind
Ooh don't go telling everybody
And overlook this supposed crime

Chorus
We'll fast forward to a few years later
And no one knows except the both of us
And I have honored your request for silence
And you've washed your hands clean of this

You're essentially an employee
and I like you having to depend on me
You're kind of my protege
and one day you'll say you learned all you know from me
I know you depend on me
like a young thing would to a guardian
I know you sexualize me
like a young thing would and I think I like it
Ooh this could be messy
But you don't seem to mind
Ooh don't go telling everybody
And overlook this supposed crime


Chorus

What part of our history's reinvented and under rug swept?
What part of your memory is selective and tends to forget?
What with this distance it seems so obvious?

Just make sure you don't tell on me
especially to members of your family
We best keep this to ourselves
and not tell any members of our inner posse
I wish I could tell the world
cuz you're such a pretty thing when you're done up properly
I might want to marry you one day
if you watch that weight and keep your firm body


2.Tradução

MÃOS LIMPAS ( Alanis Morissette)

Se não fosse por sua maturidade nada disso teria acontecido
Se você não fosse tão mais sábio do que a sua idade eu teria sido capaz de me controlar
Se não fosse por minha atenção você não teria sido bem sucedido e
Se não fosse por mim você nunca teria chegado tão longe

Ooh isso poderia ser confuso
Mas você não parece se importar
Ooh não vá contando para todo mundo
E omita este suposto crime
Refrão
Nós iremos avançar para alguns anos mais tarde
E ninguém sabe exceto nós dois
E eu tenho respeitado seu pedido de silêncio
E você tem lavado suas mãos limpas quanto a isso

Você é essencialmente um empregado e eu gosto de ter você dependendo de mim
Você é meio que meu protegido e um dia você dirá que aprendeu tudo o que você sabe comigo
Eu sei que você depende de mim como um jovem dependeria de um guardião
Eu sei que você me sexualiza como um jovem faria e eu acho que gosto disso

Ooh isso poderia ficar confuso
Mas você parece não se importa
Ooh não vá contando para todo mundo
E omita este suposto crime

Refrão

Qual parte de nossa história foi reinventada e varrida para baixo do tapete?
Qual parte de sua memória é seletiva e tende a esquecer?
O que com essa distância parece tão óbvio?

Apenas certifique-se que não dirá de mim especialmente para membros de sua família
É melhor nós guardarmos isso com nós mesmos e não dizer a nenhum membro do nosso círculo íntimo
Eu queria poder contar ao mundo porque você é uma gracinha quando se arruma
Eu devo querer casar com você um dia se você tiver cuidado com esse peso e mantiver seu corpo durinho

3. Compreensão

Alanis Morissette é uma cantora canadense, famosa por suas composições sobre relacionamentos, questões subjetivas e sociais, em geral. Além de ter ganhado prêmios importantes como o Grammy Awards e o Juno Awards, Alanis foi a única artista a receber o Global Tolerance Awards, prêmio concedido pela ONU em razão de causas humanitárias.
“Hands Clean” (Mãos Limpas) é uma canção do álbum “Under Rug Sweept”, que em português significa “varrido para baixo do tapete”, lançado em 2002. A música é escrita em primeira pessoa, como se o locutor estivesse se direcionando a um leitor específico. Tal fato pode ser constatado pela presença dos pronomes pessoais “Eu” e “Você” no texto. No início da música, o locutor argumenta as causas que o levaram a vivenciar determinada situação:

“Se não fosse por sua maturidade nada disso teria acontecido
Se você não fosse tão mais sábio do que a sua idade eu teria sido capaz de me controlar”


Contudo essa situação ainda não é revelada de imediato. Mas, seguindo as pistas lingüísticas “maturidade” e “idade”, é possível inferir que essa vivência está relacionada com questões de caráter subjetivo e social. Mais a frente, são evidenciados outros fatos sobre essa situação:

“Isso poderia ser confuso
Mas você não parece se importar
não vá contando para todo mundo
E omita este suposto crime”


A autora acha que isso poderia ser confuso, contudo o interlocutor parece não se importar com tal situação, o que sugere que a preocupação maior é da parte dela. Essa preocupação é ressaltada pelo pedido: “não vá contando pra todo mundo”, o que indica receio do que os outros iriam pensar. Por fim, o último verso da estrofe traz a expressão “omita este suposto crime”. Nesse trecho começa a ficar clara a visão que o locutor tem a respeito da situação que está vivenciando: um “suposto” crime. Crime porque deve violar alguma conduta de moral ou ética e suposto porque questiona se, de fato, essa conduta de moral tem sentido.
Com a análise do primeiro verso do refrão, “Nós iremos avançar para alguns anos mais tarde”, associada com pistas já ditas, a exemplo de maturidade e idade, fica implícito o “suposto crime” que o locutor estaria cometendo: estabelecer um relacionamento amoroso com alguém com uma diferença de idade grande. Na sociedade conservadora, ter um relacionamento com alguém com uma grande diferença de idade é sinônimo de transgressão. Contudo, a autora não deixa claro quem seria o mais velho na relação. Ela ou o interlocutor. De inicio, ela seria a mais jovem, já que os motivos que a teriam atraído seriam a maturidade e a sabedoria, características de pessoas mais velhas. Contudo no desenrolar do texto, ela constrói versos de sentido dúbio, que deixam em dúvida se ela é a mais jovem ou ao contrário:

“Você é essencialmente um empregado e eu gosto de ter você dependendo de mim
Você é meio que meu protegido e um dia você dirá que aprendeu tudo o que você sabe comigo
Eu sei que você depende de mim como um jovem dependeria de um guardião
Eu sei que você me sexualiza como um jovem faria e eu acho que gosto disso

Com as expressões “meu protegido” e “eu sei que você depende de mim”, ela assume o papel de mulher mais velha, uma tutora. Porém é possível que ela esteja apenas realçando o caráter inseguro do interlocutor. Há também a comparação das atitudes do interlocutor com as de alguém mais jovem, firmadas com as expressões: “como um jovem faria, “como um jovem dependeria”, sendo ele o mais velho, de fato.
Independente de quem seja o mais velho, a autora deixa evidente que o interlocutor não quer assumir a culpa pela relação. Tal fato é justificado com o uso da expressão “mãos limpas”, que titula a canção: “E você tem lavado suas mãos limpas quanto a isso”. Sabe-se que existe um ditado de cunho “Lavo minhas mãos”. Esse ditado é usado quando a pessoa não quer ter culpa quanto a determinado ato. Na música, Alanis realça a expressão com o vocábulo “limpas”. Assim, ela tira do interlocutor qualquer tipo de culpa pelo relacionamento “proibido”, bem como sugere a existência de uma ironia, já que ele também é responsável e contundente com o relacionamento, mas apenas ela levaria a culpa. Talvez devido o relacionamento ter sido idéia dela, ou por um preconceito velado contra a mulher.
A autora varia entre dois extremos no decorrer do texto: o gostar dessa relação e a preocupação com seus efeitos, principalmente quanto à sua própria imagem. Tanto que ela questiona em dois versos se existiria a possibilidade de esconder, pelo menos, uma parte dessa história, ou, reinventá-la. Talvez uma parte que ela quisesse manter em segredo:

“Qual parte de nossa história foi reinventada e varrida para baixo do tapete?
Qual parte de sua memória é seletiva e tende a esquecer?”


É importante perceber que o termo “varrida para baixo do tapete” ( presente no trecho acima) é o termo que nomeia esse álbum da Alanis. Com a colocação da expressão no verso acima citado, pode se deduzir que o álbum é uma coletânea de memórias suas que foram varridas para baixo do tapete*. Foram escondidas, e ela estaria revelando agora, a exemplo do caso contado na canção em análise.

*Segundo depoimento da cantora, disponível no site http://alanis.com, suas canções são baseadas em acontecimentos de sua própria vida.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Primeira Avaliação

A Teoria do Stakeholder

Adaptado do Capítulo 2 do Human Resource Management in a Business Context, 2ª edição. Direitos Autorais 1997 – 2006 Alan Price 2004.

“Nós temos que nos comprometer em ‘lutar’ com essa idéia de stakeholder”. Diz Steven F. Walker e Jeffrey W. Marr em Stakeholder Power: A Winning Plan for Building Stakeholder Commitment and Driving Corporate Growth (2001). “ Apenas um líder bravo explora o que o grupo realmente pensa… Mas, para ser um verdadeiro líder na nova economia nós temos que ganhar a confiança de todos nossos stakeholders chaves a partir do aprendizado sobre a cultura dessas pessoas e da reflexão de suas necessidades e opiniões dentro de nossas decisões nos negócios. Se nós como administradores, usarmos ferramentas para escutá-los, suas coloborações, com sua confiança e inteligência, nós cuidaremos dos negócios e dos clientes, e como resultado, cuidaremos de nós mesmos também.”

É uma verdade óbvia que uma grande variedade de pessoas e interessantes grupos tem um envolvimento com qualquer organização – incluindo acionistas, clientes, fornecedores, empregados, a comunidade local, governo e outros. Claramente, eles também possuem diferentes e variados graus de influência na conduta e progresso da organização. Há um contexto cultural: a abordagem dos acionistas americanos contrasta bastante com a dos europeus continentais ou japoneses. A abordagem do EUA (copiada em alguns lugares de países como Australia, Canadá, Nova Zelândia, África do Sul e UK) coloca o poder (e recompensas) na mão do acionista. De acordo com Windsor (1998).

A teoria Stakeholder é uma crítica à bem sucedida doutrina stockholder dentro do direito das corporações e da teoria financeiro-econômica postulando que a responsabilidade clara da administração fiduciária é maximizar rendas econômicas no lugar (em nome) dos proprietários legais da firma. A bem sucedida doutrina stockholder foi articulada em Dodg Brothers v. Ford (1919), por causa disso a Suprema Corte de Michigan instruiu Ford Motor Co. a pagar um dividendo especial. No modelo Stockholder, outros stakeholders – particularmente os empregados – não são contados, incluídos, considerados.

Mas Marr e Walker (2001) dizem que: “É sempre um erro operar como se os empregados fossem dispensáveis ou facilmente substituíveis, porque eles não são. Pela definição, nós não podemos ter uma organização sem os empregados certos – pessoas que preenchem nossa cultura, que trazem a combinação correta de talento, experiência e personalidade para nossas organizações. Essas pessoas não são facilmente trocadas. Mas, a forma como eles são tratados humanamente quando saem tem um impacto duradouro naqueles que ficam. Isso certamente envia uma mensagem clara sobre o comprometimento da companhia com os trabalhadores.

Você pode achar que a teoria do stakeholder teve sua origem na HRM. Certainly Beer et al (1984)’s Havard Map do HRM faz considerável uso desse conceito. Mas o principal protagonista é R. Edward Freeman, Olsson, Professor de Ética Aplicada na Universidade de Virgínia Darden School. Ele argumentou que os administradores deveriam servir ao interesse de qualquer um com uma stake que afete ou seja afetada pela firma. Stakeholders incluem acionistas, empregados, fornedores, clientes, e as comunidades envolvidas nas operações da firma – chamados por Freeman de big five. De acordo com Freeman o objetivo da firma é server e coordenar os interesses dos seus variados stakeholders. Os administradores da firma são obrigados moralmente a divulgar um balanço apropriado entre os cinco grandes interessados interessados quando estiver dirigindo as atividades da firma.
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TEXTO ORIGINAL
Stakeholder theory
Adapted from Chapter 2 of Human Resource Management in a Business Context, 2nd edition. Copyright © 1997-2006 Alan Price 2004.
"We must commit ourselves to 'wrestling' with this stakeholder stuff." say Steven F. Walker and Jeffrey W. Marr in Stakeholder Power: A Winning Plan for Building Stakeholder Commitment and Driving Corporate Growth (2001). "Only a brave leader explores what the troops really think. ... But to be a true leader in the new economy, we must earn the trust of all our key stakeholders by learning to place faith in people and by weighing their needs and opinions into our business decisions. If we as managers use tools to listen to them, then collaborate with them fairly and intelligently, we will take care of the business and its constituents and, as a result, take care of ourselves as well."
It is a fairly obvious truism that a wide range of people and interest groups have an involvement with any organization - including stock/shareholders, customers, suppliers, employees, the local community, government and others. Clearly, they also have different and varying degrees of influence on the conduct and progress of the organization. There is a cultural context: the American stockholder approach contrasts strongly with the continental European or Japanese. The US approach (mirrored to some extent in countries like Australia, Canada, New Zealand, South Africa and the UK) places power (and reward) in the hands of the stockholder. Acording to Windsor (1998):


"Stakeholder theory is a critique of the strong stockholder doctrine in U.S. corporation law and financial-economics theory positing that management's clear fiduciary responsibility is to maximize economic rents on behalf of the firm's legal owners (the residual claimants). Strong stockholder doctrine was articulated in Dodge Brothers v. Ford (1919), in which the Michigan Supreme Court ordered Ford Motor Co. to pay a special dividend." In the stockholder model, other stakeholders - particularly employees - do not count.

But Marr and Walker (2001) contend that: "It is always a mistake to operate as if employees are dispensable or easily interchangeable, because they are not. By definition, we cannot have an organization without the right employees -- people who fit our cultures, who bring the right combination of talent, experience, and personality to our organizations. These people are never easily replaced. Further, how humanely they are treated when they leave has a lasting impact on those who stay. It certainly sends a clear message about the company's commitment to workers."

You might think that stakeholder theory has its origins in HRM. Certainly Beer et al (1984)'s Harvard Map of HRM makes considerable use of the concept. But the main protagonist is regarded as being R. Edward Freeman, Olsson Professor of Applied Ethics at the University of Virginia's Darden School. He argued that managers should serve the interests of everyone with a "stake" in (that is, affect or are affected by) the firm. Stakeholders include shareholders, employees, suppliers, customers, and the communities in which the firm operates - termed by Freeman the "big five." According to Freeman the purpose of the firm is to serve and coordinate the interests of its various stakeholders. The firm's managers are morally obliged to strike an appropriate balance among the big five interests when directing the firm's activities.